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Lenita A. Rodrigues
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Natália e Alexandra
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Rafa Medina
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A Morais Cunha tem um padrão de qualidade no trabalho além do normal; o atendimento que recebi du...
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Adriana Mezabarba
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Pessoal,
Se alguém realmente precisar de serviços de imobiliárias, pode contar com a Morais C...
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Luis Claudio Anisio
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Também indico a Morais Cunha. O Eduardo vendeu meu apartamento anterior ao Le Palais, e fui muito...
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tommaso rando
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A Morais Cunha Consultoria Immobiliaria esta uma impresa mui correta e fez boa asistencia em tudo...
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Notícias do setor imobiliário
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Dados divulgados pelo Banco Central do Brasil na última sexta-feira, dia 27, revelam que o crédito destinado ao setor habitacional manteve a expansão no último mês de 2011 e cresceu 2,7% na comparação com novembro.
De acordo com o BCB, com esse crescimento, a carteira alcançou, pela primeira vez, a casa dos R$ 200 bilhões, ao somar R$ 200,506 bilhões ao final de dezembro de 2011.
No acumulado de 2011, as operações de crédito para a habitação avançaram 44,5%, no ritmo mais forte entre todas as linhas de crédito acompanhadas pelo BC.
Na mesma base de comparação, o crédito para pessoa física destinado à compra de veículos aumentou 0,5% em dezembro e acumulou alta de 7,9% em 2011. No mês passado, essa carteira somava R$ 200,634 bilhões.
Os bancos públicos aumentaram sua fatia no estoque de crédito do sistema financeiro em 1,7% em 2011, para 43,5% do total. Os bancos privados, por outro lado, perderam mercado.
As instituições nacionais tiveram sua fatia em 1,6%, para 39,2%. Já as estrangeiras tiveram redução de 0,1%, para 17,3%, neste mercado.
Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) alcançaram R$ 138,9 bilhões em 2011, o que indica uma queda de 17,5% ante o registrado em 2010. O estoque de crédito do banco de fomento, no entanto, cresceu 18,1% no ano passado, para R$ 422,673 bilhões.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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A falta de qualificação profissional foi um dos maiores problemas enfrentados pelas grandesempresas da construção civil no 4º trimestre do ano passado. Os dados foram apontados pela Sondagem da Indústria da Construção de dezembro, que constatou que 68,1% das companhias consultadas encontraram dificuldades para contratar profissionais qualificados no período mencionado.
Nas pequenas, o motivo recebeu 64,6 das menções e, nas médias, 59%.
O levantamento realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil revelou ainda que, nas grandes empresas, o número de respostas se mostrou 19,3 pontos percentuais maior que o apresentado no 3º trimestre de 2011 (48,8%).
Além disso, como comparação, o item em questão recebeu mais que o dobro de assinalações que a carga tributária, por exemplo – esta considerada o segundo item mais preocupante entre os empresários avaliados, com 31,9% dos votos nas grandes empresas.
Alto custo de mão de obra
Avaliado como o terceiro principal problema do setor, o alto custo de mão de obra caiu entre as empresas. Nas pequenas, o motivo, que recebeu 36,6% das respostas no terceiro trimestre, passou a 33,9% no quarto trimestre. Já entre as grandes, o número, que era de 29,3%, ficou em 27,7% nesta avaliação.
Com relação às taxas de juros, o item passou de 17,1% de assinalações no 3º trimestre para 25,5% no 4º trimestre, o que garantiu ao quesito o 4º lugar entre os problemas mais citados pelas grandes empresas, informa a pesquisa.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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A edição 2011 da pesquisa Top Of Mind, encomendada ao Instituto Datafolha, mais uma vez comprova a força da marca Tigre no Brasil. Segundo os resultados apresentados, a Tigre apresenta crescimento nos dois segmentos pesquisados: tubos e conexões e materiais de construção. No total, 2.043 brasileiros foram entrevistados, em nove regiões metropolitanas.
o segmento de “tubos e conexões”, a Tigre é a marca mais lembrada por 77% dos consumidores entrevistados, o que reforça sua liderança no mercado. O percentual é 15 vezes superior ao da segunda marca citada, que foi lembrada por apenas 5% dos consumidores.
Já em “materiais de construção”, concorrendo com dezenas de marcas fortes nos diversos segmentos da construção civil, a Tigre também lidera e alcança 27% dos entrevistados como a marca mais lembrada, um crescimento de seis pontos percentuais em relação ao ano anterior. Foi o melhor desempenho da marca desde o início da série histórica.
Além de lembrança de marca, outros índices importantes foram levantados na pesquisa, como preferência (83% dos consumidores preferem Tigre) e lealdade (92% são leais à marca).
“A Tigre é a mais lembrada e preferida pelos consumidores, resultado do seu investimento contínuo em inovação e estratégias de marketing eficientes e bem posicionadas”, afirma Guilhermo Bressane, gerente de Marketing Corporativo da Tigre. Segundo a pesquisa, as propagandas da Tigre tem eficácia já que 88% dos entrevistados concordam que a campanha traz informações que podem ajudar na decisão de compra de material de construção.
Fonte: infoimoveis.com.br
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mais que total: Sauna seca e à vapor, Piscina adulto e infantil, salão
de festas, sala de ginástica, salão de jogos, quadra esportiva,
brinquedoteca, tv à cabo, internet (não incluso no condomínio),
jardim, cinema, centro de estética, sala de lutas, salão de beleza, sala
de leitura c/biblioteca e computadores, sala de carteado, atelier das
artes, sala de snooker, sala de músicas, yoga, sala de dança. Atividades
inclusas no condomínio: Ginástica e musculação, spinning, yoga, futsal,
jazz, natação e hidroginástica.
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Com uma inflação de 6,5% no ano passado e o rendimento oficial do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de 4,3% no mesmo período, os trabalhadores brasileiros tiveram em 2011 o pior rendimento da história, de acordo com dados do Instituto FGTS Fácil. Pelas contas da instituição, o Governo Federal deixou de depositar nas contas dos trabalhadores brasileiros R$ 21,6 bilhões só no ano passado e o rendimento apresentado seria incapaz até de repor as perdas com a inflação no período.
Apesar das perdas, que segundo o FGTS Fácil, repetem-se ano após ano desde 2003, o volume de recursos do Fundo utilizados para o financiamento habitacional representou 9,5% do total de saques realizados por trabalhadores ano passado na Bahia. De acordo com dados da coordenação regional do FGTS da Caixa Econômica Federal, 67% dos saques do R$ 1,98 bilhão do FGTS realizados ano passado na Bahia foram por conta de rescisões sem justa causa. A aposentadoria foi o segundo maior motivo de saques, com 14,5% dos casos.
Equívoco
Os números de 2011 mostram que o trabalhador costuma deixar os recursos parados, o que representa um equívoco, de acordo com o especialista em finanças pessoais, Ângelo Guerreiro Costa. "Deixar os recursos aplicados é o pior que se pode fazer, o problema é que é uma aplicação compulsória, em que a retirada só é permitida em situações específicas", explica.
O especialista em finanças pessoais lembra que o rendimento dos valores depositados são bem menores que os juros cobrados nos financiamentos habitacionais convencionais - principal forma de utilização dos recursos para quem está trabalhando. "Os financiamentos convencionais costumam cobrar entre 9% e 11% ao ano, além da TR", explica Guerreiro Costa.
É verdade que do ponto de vista financeiro, o uso do FGTS é uma opção interessante para o trabalhador, mas o planejador pessoal Francis Brode Hesse recomenda aos trabalhadores que atentem para o caráter de "poupança para dias difíceis" que o benefício representa. "Se a pessoa tem uma reserva financeira suficiente para suportar seis meses de desemprego, pode lançar mão dos recursos. Mas se não tem, melhor fazer uma avaliação mais criteriosa", recomenda. Neste caso, ele lembra, investir os recursos na aquisição de um imóvel pode trazer dificuldades em casos de desemprego.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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Com uma inflação de 6,5% no ano passado e o rendimento oficial do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de 4,3% no mesmo período, os trabalhadores brasileiros tiveram em 2011 o pior rendimento da história, de acordo com dados do Instituto FGTS Fácil. Pelas contas da instituição, o Governo Federal deixou de depositar nas contas dos trabalhadores brasileiros R$ 21,6 bilhões só no ano passado e o rendimento apresentado seria incapaz até de repor as perdas com a inflação no período.
Apesar das perdas, que segundo o FGTS Fácil, repetem-se ano após ano desde 2003, o volume de recursos do Fundo utilizados para o financiamento habitacional representou 9,5% do total de saques realizados por trabalhadores ano passado na Bahia. De acordo com dados da coordenação regional do FGTS da Caixa Econômica Federal, 67% dos saques do R$ 1,98 bilhão do FGTS realizados ano passado na Bahia foram por conta de rescisões sem justa causa. A aposentadoria foi o segundo maior motivo de saques, com 14,5% dos casos.
Equívoco
Os números de 2011 mostram que o trabalhador costuma deixar os recursos parados, o que representa um equívoco, de acordo com o especialista em finanças pessoais, Ângelo Guerreiro Costa. "Deixar os recursos aplicados é o pior que se pode fazer, o problema é que é uma aplicação compulsória, em que a retirada só é permitida em situações específicas", explica.
O especialista em finanças pessoais lembra que o rendimento dos valores depositados são bem menores que os juros cobrados nos financiamentos habitacionais convencionais - principal forma de utilização dos recursos para quem está trabalhando. "Os financiamentos convencionais costumam cobrar entre 9% e 11% ao ano, além da TR", explica Guerreiro Costa.
É verdade que do ponto de vista financeiro, o uso do FGTS é uma opção interessante para o trabalhador, mas o planejador pessoal Francis Brode Hesse recomenda aos trabalhadores que atentem para o caráter de "poupança para dias difíceis" que o benefício representa. "Se a pessoa tem uma reserva financeira suficiente para suportar seis meses de desemprego, pode lançar mão dos recursos. Mas se não tem, melhor fazer uma avaliação mais criteriosa", recomenda. Neste caso, ele lembra, investir os recursos na aquisição de um imóvel pode trazer dificuldades em casos de desemprego.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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A crise internacional não está assustando a construção civil brasileira. Ao contrário, para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, há boas chances de o setor ser “o grande player” de 2012, com um crescimento projetado de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. Na cadeia, a expectativa é de crescimento ainda maior, entre 8,5% e 9%.
O país não tem problemas de recursos, de regras e nem de modelos ou projetos. E o mercado imobiliário tem batido recorde atrás de recorde, com uma previsão de recursos superior a R$ 110 bilhões, contando com os da poupança e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Desde 2004, o setor vem registrando, de acordo com a Cbic, um incremento consistente em suas atividades, deixando para trás décadas de dificuldades. Em 2010, o PIB da construção registrou desempenho recorde, com crescimento de 11,6%. Em 2011, o setor cresceu 4,8%.
Trata-se de um crescimento extremamente importante, apesar de menor do que o registrado no ano anterior, porque 2010 representa uma base de comparação muito elevada.A situação pode ficar ainda melhor, caso se confirme a expectativa de entrada de capital estrangeiro na construção civil brasileira.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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A cidade do Rio de Janeiro é a líder em valorização de residenciais entre as 14 capitais analisadas em levantamento feito pela empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel.
O valor médio do metro quadrado dos lançamentos saltou de R$ 3.400, de janeiro a novembro de 2010, para R$ 4.714 no mesmo período deste ano –um aumento de 38%. O preço médio da unidade lançada foi de R$ 332 mil, contra R$ 233 mil no ano passado.
De janeiro a novembro deste ano, foram lançadas 14,5 mil unidades na cidade –51,5% delas na Barra da Tijuca e em Jacarepaguá (zona oeste). Em média, a unidade nova nessas áreas possui 80 m², com dois ou três dormitórios. Ali o valor médio é de R$ 369 mil.
Apesar dos preços altos, o presidente da Ademi-RJ (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro) Claudio Hermolin prevê que a evolução continue em 2012, em um ritmo menor do que este ano. “O potencial de crescimento ainda é muito grande em função das obras de infraestrutura que ocorrem na cidade”, analisa.
Entre as áreas em que ele supõe valorização estão os bairros da zona oeste, como a própria Barra da Tijuca, e áreas próximas a obras de revitalização para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, como as regiões da zona norte próximas ao porto e os bairros dos arredores do estádio do Maracanã, como São Cristóvão e Tijuca.
Fonte: www.focando.com.br
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O Índice de Confiança da Construção (ICST), lançado ontem, dia 13 de dezembro, pelo Banco Central, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou desaceleração no nível de atividade do setor de construção civil em novembro deste ano.
O ICST visa mapear mensalmente o nível de atividade e as expectativas empresariais do setor. Realizada junto a 672 empresas do setor da construção no país, a sondagem indicou uma queda da confiança da perspectiva, tanto na avaliação mensal quanto na trimestral.
No trimestre, quando comparado com o ano anterior, a maior queda foi registrada no grupo Construção de Edifícios e Obras Civis (-11,8%) seguido de Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição com Operador (10,4%).
Em novembro de 2011, se comparado ao mesmo mês em 2010, a maior queda foi registrada nas obras de Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição com Operador (16,6%), seguido de Infraestrutura para engenharia elétrica e para telecomunicações (10,0%).
De acordo com a coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo, os indicadores ainda estão acima de 100 pontos. A sondagem revela que o índice de situação atual da empresa somou 118,4 pontos.
Já o índice de expectativas totalizou 131,8 pontos. O indicador varia até 200 pontos, valores acima de 100 pontos indicam confiança. De acordo com Ana Castelo, houve deterioração em relação ao ano passado, mas o setor não está em queda de atividade. “Vale lembrar que o ano de 2010 foi excepcional para o setor da construção civil”, diz Ana Castelo.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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Com atuação recente no setor de financiamento
habitacional, o Banco do Brasil (BB) vê, desde 2008, a sua carteira de
crédito imobiliário crescer a passos largos, embora o setor como um todo
tenha perdido um pouco o ritmo forte em 2010, disse à Agência Brasil o
vice-presidente de Cartões e Novos Negócios do banco, Paulo Rogério
Caffarelli.
Segundo ele, a carteira de crédito imobiliário do BB
atingiu a marca de R$ 7,02 bilhões em financiamentos este ano, até
sexta-feira da semana passada (25). Um crescimento de 105% em relação
aos R$ 3 bilhões financiados em 2010. Os créditos para pessoa física
somaram R$ 5,56 bilhões e para empresas R$ 1,46 bilhão.
A expectativa, segundo ele, é ultrapassar os R$ 7,5
bilhões ainda este ano e chegar a R$ 13,5 bilhões de financiamentos
imobiliários em dezembro de 2012. A estratégia para o ano que vem já
está montada, com atuação mais contundente na liberação de créditos para
a compra de moradias e para atender as necessidades das construtoras.
"Queremos chegar ao fim de 2012 entre as três maiores
financiadoras do setor imobiliário", disse ele. Hoje, o mercado tem
participação majoritária da Caixa Econômica Federal, seguida, de longe,
pelos bancos Itaú, Santander e Bradesco.
Caffarelli informou que o BB já atua no financiamento
de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida para as faixas de renda
familiar entre R$ 1,6 mil e R$ 5 mil, e a partir do dia 2 de janeiro o
banco vai entrar também na faixa de menor renda, até R$ 1,6 mil, que tem
atuação exclusiva da Caixa até agora. A previsão inicial, acrescentou, é
financiar em torno de 97 mil unidades habitacionais do Minha Casa,
Minha Vida no ano que vem.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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O índice de preços mensurado pelo IGP-M (Índice Geral
de Preços - Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de
aluguel, variou 0,40% na segunda leitura de novembro, desacelerando ante
a alta de 0,50% no mesmo período de outubro.
No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é de
5,12%, enquanto varia 5,84% no ano. Em 2011, o acumulado dos últimos 12
meses já chegou a 8,65%, em 29 de junho.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22) pela
FGV (Fundação Getulio Vargas). As prévias do IGP-M são apuradas em
decêndios (períodos de dez dias).
O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) apresentou variação de 0,44%, ante 0,66% no mês anterior.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) variou 0,30%, ante alta de 0,23%, no mesmo período do mês outubro.
Já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) também acelerou ao passar de 0,12% no mês anterior para 0,37% neste mês.
O IGP-M de setembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de outubro e 10 de novembro.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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A partir de janeiro, todos os
condomínios do país deverão ter sua certificação digital. A assinatura
eletrônica dará acesso ao canal Conectividade Social, da Caixa Econômica
Federal, por onde condomínios transmitem informações sobre seus
trabalhadores e a declaração do Imposto de Renda.
Segundo dados da Associação Brasileira
das Administradoras de Imóveis (Abadi), até agora apenas cerca de 20%
dos condomínios cariocas fizeram essa certificação. 0 número é
preocupante, já que não fazer a certificação pode acarretar multas e
processos judiciais na Justiça do Trabalho. Mesmo aqueles condomínios
que não têm funcionários registrados precisam providenciar sua
assinatura eletrônica. O prazo termina em 31 de dezembro.
Com documentos em ordem, certificação é rápida
Só o síndico do condomínio pode dar
entrada na certificação, e para fazê-lo é preciso ter em mãos os
seguintes documentos: instituição, especificação, convenção e cartão de
CNPJ do condomínio, ata de eleição do síndico, além de RG, CPF e
comprovante de residência do mesmo. Primeiro, ele deve entrar em contato
com uma das agentes certificadoras para agendar uma data para entrega
dos documentos. Se não houver qualquer problema com a documentação, a
certificação sai na hora.
- O maior problema é que, a cada mudança
de síndico, o condomínio precisará pedir nova certificação - diz Pedro
Carsalade, presidente da Abadi. Fonte: www.ademi.com.br
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A partir de janeiro, todos os
condomínios do país deverão ter sua certificação digital. A assinatura
eletrônica dará acesso ao canal Conectividade Social, da Caixa Econômica
Federal, por onde condomínios transmitem informações sobre seus
trabalhadores e a declaração do Imposto de Renda.
Segundo dados da Associação Brasileira
das Administradoras de Imóveis (Abadi), até agora apenas cerca de 20%
dos condomínios cariocas fizeram essa certificação. 0 número é
preocupante, já que não fazer a certificação pode acarretar multas e
processos judiciais na Justiça do Trabalho. Mesmo aqueles condomínios
que não têm funcionários registrados precisam providenciar sua
assinatura eletrônica. O prazo termina em 31 de dezembro.
Com documentos em ordem, certificação é rápida
Só o síndico do condomínio pode dar
entrada na certificação, e para fazê-lo é preciso ter em mãos os
seguintes documentos: instituição, especificação, convenção e cartão de
CNPJ do condomínio, ata de eleição do síndico, além de RG, CPF e
comprovante de residência do mesmo. Primeiro, ele deve entrar em contato
com uma das agentes certificadoras para agendar uma data para entrega
dos documentos. Se não houver qualquer problema com a documentação, a
certificação sai na hora.
- O maior problema é que, a cada mudança
de síndico, o condomínio precisará pedir nova certificação - diz Pedro
Carsalade, presidente da Abadi. Fonte: www.ademi.com.br
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Em
dezembro, acontece mais uma edição do Destaque ADEMI - Prêmio Master
Imobiliário 2011, onde os principais projetos, empresas e profissionais
do mercado imobiliário do Rio de Janeiro serão homenageados.
São
várias categorias de premiação, entre elas: centro empresarial,
shopping center, empreendimento residencial, retrofit, projeto
urbanístico, concepção arquitetônica e sustentabilidade na construção.
Por indicação da Diretoria da ADEMI e pela Delegacia Regional da
FIABCI/BRASIL no Rio de Janeiro, também serão concedidos prêmios a
título de reconhecimento e homenagem, às categorias: Empresa,
Empresário, Imobiliária e Empresa de Arquitetura.
Os
premiados do Destaque ADEMI têm sua inscrição garantida no Prêmio
Master Imobiliário Nacional FIABCI do ano seguinte. Desde 2000, a ADEMI
cumpre seu papel de reconhecer os melhores, totalizando mais de 200
projetos, empresas e profissionais de significativa relevância para a
cidade do Rio de Janeiro.
Fonte: www.ademi.com.br
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A Brasil Brokers vai vender, pela
segunda vez, para compradores brasileiros, imóveis localizados no
exterior. Depois de dar início, em setembro, à comercialização de lotes
de empreendimento de alto padrão na Patagônia argentina, a empresa parte
para a venda de imóveis dos Estados Unidos, por meio da controlada
Abyara Brokers. Hoje à noite será feito o pré-lançamento no Brasil do
edifício Artecity, localizado em Miami Beach, na Flórida, pertencente a
fundo gerido pelo grupo ST Residential. A estruturação do projeto para
que os imóveis do fundo fossem oferecidos no Brasil foi feita pelo
Halmoral Group.
As conversas entre Abyara Brokers e
Halmoral, que já atuava em negócios imobiliários dentro e fora do
Brasil, sobre uma parceria para comercialização de algum empreendimento
americano no país começaram há seis meses. Segundo a diretora de
marketing da Abyara Brokers, Paola Alambert, a decisão de que seriam
vendidos imóveis do fundo do ST foi tomada um mês atrás. A expectativa é
de que as 138 unidades prontas do Artecity possam interessar a
consumidores potenciais das classes A e B que buscam imóvel para segunda
moradia e a investidores. Os preços das unidades do Artecity vão de US$
250 mil a US$ 1,2 milhão, e o tamanho varia de 60 metros quadrados a
400 metros quadrados.
Conforme a diretora de marketing da
Abyara Brokers, embora parte dos potenciais investidores já tenha o
hábito de ir à Flórida duas ou três vezes por ano, a venda por meio de
empresa situada no Brasil oferece mais segurança aos compradores. A
Abyara Brokers dará início à campanha publicitária em 2012, quando devem
ocorrer, de fato, as vendas, de acordo com Paola. As características do
financiamento bancário a ser oferecido aos compradores ainda estão
sendo definidas.
O Brasil foi escolhido como primeiro
mercado fora dos Estados Unidos para a apresentação dos imóveis da ST.
Em menor escala, esses também serão oferecidos na Colômbia e na
Argentina, segundo a sócia da Halmoral, Tatiana Mosaner.
O fundo possui dez mil unidades em seu
portfólio. São imóveis que bancos americanos tomaram de devedores
inadimplentes durante a crise de 2008. O fundo comprou esses imóveis e
passou a relançá-los, inicialmente nos Estados Unidos. A intenção é que
outros empreendimentos, além do Artecity, sejam apresentados a
potenciais compradores brasileiros, por meio da parceria entre ST,
Halmoral e Abyara Brokers. Fonte: www.ademi.com.br
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Os saldos dos financiamentos
habitacionais com cartas de crédito do Sistema Brasileiro de Poupança e
Empréstimo (SBPE) cresceram entre 2002 e 2010. O aumento de 560% ocupou o
espaço de outras aplicações imobiliárias.
De acordo com o Relatório de Economia
Bancária e Crédito, do Banco Central, em 2002 foram direcionados para o
financiamento habitacional R$ 20,718 bilhões do SBPE; já em 2010, o
valor subiu para R$ 136,688 bilhões.
Em 2002, foi concedido R$ 1,174 bilhão
para a aquisição de imóveis, sendo que R$ 495,7 milhões foram para
imóveis novos, e R$ 679 milhões, para usados. Em 2010, o valor
direcionado à aquisição de imóveis subiu para R$ 31,785 bilhões, sendo
R$ 8,843 bilhões para imóveis novos e R$ 22,942 bilhões para usados.
No ano de 2002, foram adquiridos 7,1 mil
imóveis novos e 11,5 mil unidades usadas; já oito anos depois os
beneficiados pelo financiamento compraram 58,1 mil imóveis novos e 161,5
mil usados com o recurso.
No que se refere à construção de
imóveis, foram destinados, em 2002, R$ 573,6 milhões para empresas e R$
20,2 milhões para pessoas físicas; já em 2010 o montante passou para R$
22,273 bilhões para empresas e R$ 1,933 bilhão para pessoas físicas.
Com os recursos, em 2002 foram construídas 10,3 mil unidades; oito anos depois foram construídos 196,7 milhões.
O governo deve aprofundar os estudos
sobre a poupança para que mudanças não prejudiquem o crédito
imobiliário. A observação é do Sindicato da Indústria da Construção
Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).
De acordo com a entidade, nos últimos
sete anos a oferta crescente de recursos provenientes da poupança
impulsionou o mercado imobiliário e alavancou a construção e o País.
Entretanto, com o crescimento do crédito
para construção e com aquisição de imóveis a uma taxa de 50%, enquanto a
poupança avança 15%, os recursos, avalia o Sindicato, poderão ser
insuficientes para atender à demanda a partir de 2013, o que cria a
necessidade de aumentar para 70% o percentual de recursos das cadernetas
que as entidades financeiras devem destinar obrigatoriamente para
crédito imobiliário. Atualmente este valor é de 65%. Fonte: www.ademi.com.br
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As importações registram ritmo crescente
no setor de construção, de acordo com levantamento que a Abramat
(associação da indústria) vai divulgar hoje. O volume deve alcançar US$ 7
bilhões neste ano, o que representa mais de 10% do valor das vendas da
indústria no mercado doméstico.
No ano passado, foram registrados US$ 6 bilhões.
A entidade atribui os números à "falta de isonomia em impostos e conformidade técnica em relação ao produto importado".
Fonte: www.ademi.com.br
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A Secretaria Municipal de Habitação do
Rio faz hoje e dia 2 de novembro sorteios de 2.736 unidades
habitacionais pelo 'Minha Casa, Minha Vida' para famílias com renda de
até R$ 1.600. Hoje, também serão publicados no Diário Oficial do
Município os editais com as regras do sorteio para pessoas com
deficiência e idosos com 60 anos de idade ou mais, que vão concorrer com
base na Extração da Loteria Federal 04.560, que acontece às 18h.
Nesta primeira seleção serão destinadas
20 unidades para deficientes e outras 42 moradias para idosos. Na
próxima semana serão outras 2.674 para todos os inscritos até 18 de
outubro no cadastro da Prefeitura do Rio.
Os apartamentos têm sala, dois quartos,
cozinha, banheiro e área de lazer. Os empreendimentos estão nos bairros
de Senador Camará, Santa Cruz e Paciência. A relação dos candidatos que
concorrem está no site www.rio.rj.gov.br/web/smh.
Fonte: www.ademi.com.br
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Segundo estudo da KPMG sobre fusões e aquisições, o ramo imobiliário no
Brasil registrou 18 fusões e aquisições no terceiro trimestre deste ano.
O segmento apresentou um aumento de 125% em comparação com o mesmo
período do ano passado, quando foram feitas apenas oito transações. Já
no acumulado dos primeiros nove meses deste ano, foram registradas 35
negociações, o que indica um patamar alto. Fonte: www.ademi.com.br
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A produção de materiais de construção cresceu 2,4% no
segundo trimestre de 2011 sobre igual período de 2010, segundo análise
setorial trimestral realizada pela Associação Brasileira de Materiais de
Construção (Abramat) em conjunto com a FGV Projetos. Nos três primeiros
meses deste ano, o setor apresentou expansão de 5,5%. -
O mesmo pode ser observado no acumulado dos primeiros
seis meses de 2011, quando a produção de insumos da indústria, de acordo
com o IBGE, avançou 3,9% ante o primeiro semestre de 2010. Ao mesmo
tempo, conforme estudo da Abramat, o faturamento real do setor de
materiais de construção caiu 2% no segundo trimestre em relação a igual
período do ano anterior. No comparativo entre mesmos semestres, a queda
ficou em apenas 1,2%.
Em nota, a Abramat ressalta que os números seguem em
linha com a atual performance do mercado imobiliário e das empresas de
construção, que também começam a dar sinais de desaceleração nas
principais capitais do País. Segundo o estudo, a desaceleração da
atividade doméstica é clara nos números do segundo trimestre, com a taxa
de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) passando de 1,2% para
0,8% em relação ao trimestre anterior.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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Nos dias 03, 04 e 05 de novembro, a
ADEMI e a CM2-Estruturação Imobiliária realizarão a 8ª edição do curso
"Estruturação Imobiliária Aplicada". Durante o curso, o conteúdo
apresentado dará especial destaque para os procedimentos de prospecção
de terrenos, a montagem de memoriais de incorporação e de loteamento, os
estudos de viabilidade econômica e financeira, o conhecimento dos
recursos financeiros e de seus agentes.
Além disso, assuntos como a atividade de
marketing, a criação de produtos e providências para lançamento e
vendas, o condomínio edilício, o estabelecimento de critérios para
elaboração dos quadros de rateio das despesas ordinárias e
extraordinárias e outras implicações condominiais, também terão especial
atenção.
Durante as aulas, serão realizados
exercícios, enriquecidos com temas afins, apresentados e debatidos por
profissionais de destaque no setor, permitindo uma interação constante
entre participantes, instrutores e palestrantes.
www.ademi.com.br
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Nos últimos três anos, o valor dos imóveis anunciados no Rio subiu 144%,
segundo o índice FipeZap. Após quatro meses de desaceleração, o metro
quadrado voltou a registrar alta: no Rio, a taxa de setembro foi de
2,5%; no país, passou de 1,7% para 1,9%.
Fonte: www.ademi.com.br
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Um dos edifícios mais famosos do mundo agora vai se tornar também um dos
mais sustentáveis. O Empire State Building acaba de receber a
certificação LEED, que é dada para construções "verdes". O projeto de
reabilitação do edifício histórico, que está completando 80 anos, custou
R$ 1 bilhão. Ele prevê a redução do consumo de energia em mais de 38%,
com uma economia anual de quase R$ 8 milhões. Já as emissões de carbono
vão ser reduzidas em 105 mil toneladas. Desde janeiro, os donos do
Empire State vêm investindo para que ele se transforme num edifício
carbono-zero.
Fonte: www.ademi.com.br
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A Cyrela Brazil Realty vai lançar, em
novembro, seu empreendimento mais importante de 2011. Trata-se do Thera
Faria Lima Pinheiros, projeto com Valor Global de Vendas (VGV) de R$ 550
milhões, desenvolvido em terreno do grupo Pão de Açúcar, nas
proximidades do Serviço Social do Comércio (Sesc) Pinheiros, na zona
oeste da capital paulista. "É o nosso lançamento com maior VGV no ano e
com maior número de unidades", diz o diretor-geral da Cyrela São Paulo,
Ubirajara Spessotto de Freitas.
Do VGV total, a parte da Cyrela, que tem
exclusividade de incorporação e construção do empreendimento, é de R$
450 milhões. Em troca do terreno de 13 mil metros quadrados, a GPA Malls
& Properties, braço imobiliário do grupo Pão de Açúcar, terá a
participação dos R$ 100 milhões de VGV restantes, além de uma loja que
será construída no local, com a bandeira que julgar mais conveniente.
É primeira parceria entre Cyrela e a
GPA. Outros projetos entre as duas estão sendo estudados, conforme o
executivo da Cyrela. "Em suas parcerias, o GPA Malls & Properties
busca as melhores empresas de acordo com a vocação e o produto
imobiliário de cada região. No caso do Thera, temos a certeza de que a
Cyrela foi a escolha certa e que o empreendimento será um sucesso",
disse o grupo Pão de Açúcar, em nota.
A Cyrela estima investimentos entre R$
320 milhões e R$ 340 milhões no empreendimento. Serão erguidas duas
torres de alto padrão. A torre residencial terá 400 unidades e tem como
consumidores potenciais famílias com renda de R$ 15 mil a R$ 25 mil. O
prédio de escritórios comerciais terá 600 unidades. A estrutura modular
possibilita que o espaço seja distribuído de salas de 40 metros
quadrados a grandes lajes corporativas, de mil metros quadrados. A
expectativa é que o Thera seja erguido em cerca de quatro anos.
A Cyrela fez aporte R$ 15 milhões para
comprar Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) para
poder construir o equivalente a quatro vezes a área do terreno para a
torre residencial e para a comercial. Sem esses títulos, seria possível
produzir duas vezes a área do terreno no imóvel residencial e uma vez no
prédio comercial. Fonte: www.ademi.com.br
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O convento Bom Pastor, na Tijuca, passará por restauração de R$ 4
milhões. Vai abrigar empreendimento de Calçada e Montserrat. O prédio
histórico, abandonado há 20 anos, terá 37 lofts e espaços de lazer. O
projeto terá ainda dois edifícios com 220 apartamentos. O valor de
vendas é estimado em R$ 140 milhões.
Fonte: www.ademi.com.br
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Moradores do Estado do Rio com renda
familiar de até R$3.100 têm mais uma oportunidade de comprar o primeiro
imóvel próprio com desconto de até R$ 23 mil - quanto menor o salário
maior será o abatimento na compra da casa. As ofertas estarão
disponíveis desta vez em feirão no Bangu Shopping, promovido pela
construtora PDG CHL. O evento para ajudar a sair do aluguel vai de
amanhã até domingo.
"Queremos ir onde o cliente está e
tornar a busca pelo imóvel uma atividade simples e prazerosa. Nesses
espaços as pessoas contam com a orientação dos nossos consultores, que
oferecem opções de planta e formas de pagamento que se adequam ao perfil
de cada família", diz Marcos Saceanu, diretor de Incorporação da PDG
CHL. O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço poderá ser usado. Fonte: www.ademi.com.br
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Está em estudo no grupo Pão de Açúcar o
lançamento, nos próximos dois anos, de 25 empreendimentos imobiliários
em parceria com construtoras, em Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato
Grosso, Pernambuco e Ceará, informou o CEO da GPA Malls &
Properties, braço imobiliário da varejista, Caio Mattar. "Nossa idéia é
comprar grandes terrenos, fazer as lojas e lançar os prédios. Em sete,
oito ou dez anos, teremos vários projetos em construção", disse Mattar.
Dos 25 empreendimentos, nove estão em
fase final para lançamento. Além do Thera Faria Lima Pinheiros, em
parceria com a Cyrela, dois podem sair ainda em 2011. O executivo
destacou que a intenção da varejista, com a criação do GPA Malls &
Properties, é ampliar a rentabilidade dos terrenos do grupo, que soma
atualmente em torno de 1,5 milhão de metros quadrados.
O executivo acrescentou que a empresa
busca parcerias, principalmente, com construtoras listadas em bolsa e
"com forte estrutura de capital". Sobre a expansão regional, ele afirmou
que a empresa sempre analisa ao menos três propostas de projeto. Ele
evitou comentar as empresas com as quais estuda parceria.
Mattar destacou que, para dar maior
transparência aos investidores sobre os negócios imobiliários do grupo, a
GPA Malls & Properties se transformará em 2012 em subsidiária
integral da companhia. "No início de 2012, começa a operar como empresa.
Hoje, ela é um centro de custos, mas estamos caminhando, até o final de
2012, para a criação da subsidiária", disse Mattar, ressaltando que a
criação do braço imobiliário é para dar um foco maior à área. "Nossa
prioridade continua sendo o varejo".
O grupo Pão de Açúcar também a abertura
de 80 lojas em 2012, segundo Mattar. O plano orgânico da empresa é abrir
120 lojas anualmente, a partir de 2013. "Nessas 120 lojas, calculamos
que entre 20% e 30% dos empreendimentos caibam parcerias com
construtoras, para levantar nos nossos terrenos prédios comerciais,
residenciais e hotéis", afirmou.
Outro filão a ser explorado nas áreas
dos hipermercados e supermercados são as galerias comerciais, que
atualmente geram receita de R$ 100 milhões com locação anualmente. A
varejista conta hoje com 180 mil metros quadrados de área bruta local
nas suas lojas e total de 4 mil lojas de prestadores de serviços, como
alimentação, banco, drogaria ou lotérica. "Começamos a desenvolver as
galerias para potencializar a expansão do varejo, agregando soluções
imobiliárias e, assim, elevando o giro dos ativos", afirmou. www.ademi.com.br
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4ª. Etapa Rj - 8 e 9 de Outubro/2011 - Praia de Ipanema.
Fonte: www.fbterj.com.br
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A Tishman Speyer vendeu o
edifício Virtus, na Av. Presidente Vargas, Rio, por R$ 205 milhões à
chinesa State Grid, gigante do setor de energia.
O prédio tem 14 mil m² de área para aluguel.
Fonte: www.ademi.com.br
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Na hora de fechar um contrato de
financiamento imobiliário, uma das maiores preocupações dos compradores é
não conseguir quitar as prestações por conta de alguma eventualidade,
como o desemprego ou a redução da renda. Por conta disso, os bancos vêm
oferecendo seguros que garantem a cobertura de parcelas, caso ocorra
algum desses imprevistos.
O banco Santander acaba de lançar o
"Parcela protegida", um seguro opcional que cobre até R$ 3 mil do valor
da prestação do crédito imobiliário, no caso de desemprego involuntário
ou incapacidade física temporária. O recurso pode ser utilizado durante
todo o financiamento do imóvel. Para a contratação, o cliente deve ter
renda composta mínima de mil reais e estar empregado por, pelo menos, 12
meses sem interrupção.
Pensando nos consumidores das classes C e
D, contemplados pelo "Minha casa, minha vida", a Caixa Econômica
Federal oferece aos mutuários o Fundo Garantidor da Habitação
Popular(FGHAB), que pode ser usado em caso de perda ou redução de renda.
O número máximo de parcelas cobertas pelo fundo depende do orçamento
mensal, chegando a 36 prestações para famílias que ganham até R$ 2.325.
Para recorrer ao serviço, o comprador deve ter, no mínimo, seis
prestações pagas e estar em dia até a solicitação do fundo garantidor.
- É importante frisar que esse recurso
não quita as parcelas para o mutuário. As prestações cobertas passam
para o final do contrato. Funciona como uma extensão do prazo do
financiamento. Depois, ele terá que ressarci-las ao Fundo Garantidor ?
explica a gerente regional da Caixa no Rio para a área de construção
civil, Solange Duarte.
Professor de Marketing e Negócios
Imobiliários do MBA da Fundação Getulio Vargas (FGV), Paulo Ferreira
alerta os mutuários sobre os riscos desses seguros:
- Ao contratar o serviço, deve-se ficar
muito atento às cláusulas do contrato. Normalmente, as empresas que
oferecem esse tipo de seguro querem lucrar de alguma forma mais adiante,
seja com altas taxas de juros ou na recuperação das parcelas no final
do crédito. Fonte: www.ademi.com.br
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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o morador de vila com rua
fechada no Rio não pode ser obrigado a pagar taxas fixadas por
associação de moradores local. A decisão, inédita, considera a cobrança
inconstitucional e abre jurisprudência sobre o assunto, já que, até
então, tribunais estaduais do Rio e de São Paulo costumavam dar ganho de
causa às associações.
Fonte: www.ademi.com.br
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A possibilidade de contabilizar os gastos com
subsídios do MCMV como investimentos e não como custeio está sendo
estudada pelo governo federal.
Para a CBIC, essa mudança é apropriada, porque, de
fato, esse subsídio já é um investimento e não um custeio, ele apenas
não está sendo corretamente contabilizado. “O recurso é pré-requisito
para alavancar o programa, não tem como executá-lo se não for associado
ao investimento. Não tem como executar o recurso para alavancar a
habitação social se esse gasto não for associado ao investimento, que
contribui para formar um ativo para o País”, defende a CBIC.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) já estuda a metodologia a ser aplicada para o novo índice de
preços de imóveis no Brasil, que será criado de acordo com o Decreto
7.565 do governo federal, publicado na última semana no Diário Oficial
da União.
Em nota à imprensa, o IBGE informou que está
desenvolvendo estudos com o objetivo de acompanhar a evolução dos preços
no setor imobiliário nacional. "A metodologia para o cálculo, bem como
todos os procedimentos que envolvem um índice referente ao setor, está
sendo discutida e terá como base as recomendações de países ou
instituições que já produzem esse tipo de indicador". Ainda não há
previsão de quando o novo índice será divulgado, informou a assessoria
de imprensa do instituto.
Para o diretor executivo do Sindicato da Indústria da
Construção Civil no estado (Sinduscon/RJ), Antonio Carlos Mendes Gomes, o
indicador vai ser bom para o mercado. "É um indicador confiável pela
origem [o IBGE]. É o nosso grande instituto de pesquisa. É um
instrumento adequado para que a sociedade tenha uma visão melhor, se
posicione e interfira nesse processo, aproveitando as oportunidades, os
momentos adequados. Enfim, acho que (o índice) é bom para todo mundo. É
muito bem-vindo".
A mesma opinião tem o presidente do Conselho Regional
de Corretores de Imóveis do estado (Creci/RJ), Casimiro Vale. "Era uma
reivindicação do Creci. É bom para ter um parâmetro de valor do mercado,
principalmente com relação aos financiamentos", disse à Agência Brasil.
Vale considerou que o novo indicador será positivo também para os
consumidores. "Entendo que é bom. É uma coisa mais justa".
O vice-presidente da Associação dos Dirigentes de
Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi/RJ), Rubem Vasconcelos,
discorda dessas opiniões. Para ele, o mercado é livre e deve continuar
como tal. Vasconcelos teme que o índice venha a se transformar em
elemento de controle dos preços no setor. "Não existe controle de preço.
A gente pesquisa preço. A lei da oferta e da procura é que comanda os
mercados. Não é ranqueamento, nem tabelamento de preço".
Segundo o vice-presidente da Ademi, o que deveria ser
feito é uma publicação mensal das pesquisas de preços praticados e não
uma tabela de preços do mercado. "Isso é falso. Isso é mentiroso, porque
o mercado vive de uma lei de oferta e de procura e pode ir ao céu, como
pode ir ao inferno".
Vasconcelos tem dúvida em relação ao procedimento que
será usado pelo IBGE para acompanhar os preços dos imóveis. "Ele vai
jogar os preços dos imóveis para cima, quando deveria proteger. Eu
discordo dessa política de controle e de acompanhamento do governo. Não é
função do governo acompanhar isso. Ele tem que deixar o mercado livre",
acrescentou.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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Ref 623764 Rossi Parque Laranjeiras, conforto e sofisticação acima de tudo. Loft 1ª. locação 96m2, 1 vaga na escritura, sala de estar e jantar, 1 quarto, banheiro, lavabo, entrada social, área de serviço, elevador social e serviço, circuito interno de tv, portaria 24hs. Rua Pinheiro Machado - Próximo à Rua Álvaro Chaves - 1º. andar - Condomínio e IPTU sob consulta. Infraestrutura: Piano bar, sala de leitura, espaço gourmet, fitness, café e bar, salão de jogos, espaço baby, quadra wi house, praça de leitura, salão de festas kid, brinquedoteca, spa, piscina adulto e infantil, academia, churrasqueira. Previsão de entrega em 2012.
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A prefeitura lançará nas próximas
semanas a minuta de um edital para consulta pública de uma nova parceria
público-privada (PPP) para as Olimpíadas de 2016. A concessão será para
a exploração de áreas do futuro Parque Olímpico do Autódromo que, após o
evento, não forem aproveitadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB)
para criar um centro de treinamento para atletas de alto rendimento. Em
contrapartida, o vencedor assumirá os custos - ainda não se sabe se
integral ou parcialmente - das adaptações necessárias para o terreno
receber 15 modalidades olímpicas e 11 paraolímpicas. As informações
foram divulgadas na terça-feira pela presidente da Empresa Olímpica
Municipal, Maria Sílvia Bastos Marques, num primeiro balanço de sua
gestão, iniciada em 5 de agosto.
Segundo ela, a minuta será divulgada
antes da próxima visita de uma comissão do Comitê Olímpico Internacional
(COI) ao Rio, em 8 e 9 de novembro. Antes da visita, União, estado e
município também divulgarão o documento chamado Matriz de
Responsabilidade Olímpica, ainda em discussão. Na matriz estarão todos
os projetos que os organizadores do evento se comprometem a concluir até
2016.
- No caso do Autódromo, ainda estamos
analisando os custos do projeto. O que não sabemos é se há condições de a
iniciativa privada arcar integralmente com os custos ou se serão
necessários recursos públicos - disse Maria Sílvia.
O edital tomará como base a proposta do
estúdio britânico Aecom, que venceu o concurso do IAB para desenvolver o
plano diretor do Parque Olímpico. No desenvolvimento do projeto, o
investidor se comprometeria a aproveitar pelo menos 60% das propostas do
plano.
No dossiê de candidatura, a implantação
do Parque Olímpico era considerada de responsabilidade do governo
federal. O prefeito Eduardo Paes, porém, vinha defendendo a participação
da iniciativa privada, para reduzir os gastos públicos.
A prefeitura lançou um edital de
licitação para construir, em parceria com a iniciativa privada, o
corredor Transolímpico (Barra-Deodoro). A expectativa é iniciar as obras
em 2012.
- A Vila Olímpica e a ampliação do
Sambódromo (onde haverá provas de tiro com arco e a chegada da maratona)
também são exemplo de PPP - lembrou Maria Sílvia. Fonte: www.ademi.com.br
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O prédio fica na Avenida Visconde do Rio Branco, no Centro de Niterói,
em frente à estação das barcas. Bela construção em estilo eclético
erguida em 1914 e tombada pelo Inepac, já abrigou a principal agência
dos Correios da cidade, mas hoje, é pena, está abandonado. De olho no
seu valor arquitetônico e urbanístico, a Câmara dos Vereadores queria
transformá-lo na sede do Instituto Federal de Tecnologia. Só que os
Correios avisam: a concorrência para as reformas já foi aberta e o
contrato, no valor de R$ 15 milhões, deve ser assinado em outubro. O
projeto prevê o restauro das características originais do prédio, a
recuperação das fachadas e esquadrias, a iluminação monumental e a
climatização. Quando estiver pronto, o imóvel voltará a abrigar a
agência dos Correios e terá um espaço reservado a atividades culturais.
Vamos torcer, vamos cobrar.
Fonte: www.ademi.com.br
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O prédio da Mesbla, em Botafogo, vai a leilão terça-feira. A primeira
avaliação, de R$ 40 milhões, foi ajustada para R$ 120 milhões.
Fonte: www.ademi.com.br
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Foto do bairro - Ref 623491 Apto 80m2, 1 vaga na escritura, sala de estar, 3 quartos c/armários, banheiro c/blindex, cozinha planejada, área de serviço, banheiro de empregada, entrada social, portão eletrônico, circuito interno de tv, portaria 24hs, elevador social e serviço. Rua Ministro Corrêa de Mello - Próximo à Praça Milton Campos - 3º. andar - Condomínio R$ 670,00 - IPTU mensal sob consulta. Prédio sem infraestrutura.
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Ref 623294 Conjugado 25m2, todo reformado, sem vaga, dividido em sala e quarto, banheiro c/blindex,
aquecedor, elétrica e hidráulica novas, cozinha, entrada social, posição
fundos, vista outros imóveis, sol da manhã, elevador social e serviço,
circuito interno de tv, portaria 24hs, permite ter cachorro. Rua Pedro
Américo - Próximo à Rua Bento Lisboa - 4º. andar (equivalendo ao 5º.) -
20 por andar - 2 blocos - Prédio c/40 anos - Condomínio R$ 300,00 - IPTU
mensal R$ 12,50. Infraestrutura: Jardim.
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A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)
promoverá na próxima terça-feira, dia 20 de setembro, das 16h às 18h, na
sede do Sinduscon-SP, em São Paulo, reunião para debater o tema
“Equilíbrio Econômico Financeiro do Programa Minha Casa, Minha Vida”.
As confirmações de presenças devem ser feitas o mais breve possível pelo telefone (61) 3327-1013 ou email secretaria@cbic.org.br, com Walquíria Malaquias.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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Começou nesta quarta-feira,
dia 14, e segue até sexta-feira, dia 16 de setembro, das 9h às 20h, no
Ministério das Cidades, em Brasília, a 30ª Reunião do Conselho das
Cidades, seus Comitês Técnicos e Segmentos.
Dentre os assuntos que serão tratados, destaque para:
Pacto Nacional pela Redução de Acidentes no Trânsito, discussão sobre o
Orçamento 2012 do Ministério das Cidades, diretrizes para o Programa de
Moradia Transitória e a apresentação das Ações, Monitoramento e
Avaliação dos Programas Habitacionais.
Fonte: www.infoimoveis.com.br
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Foto do bairro - Ref 623112 Lindo Apto 65m2, sem vaga, sala de estar, 2 quartos, sendo 1 suíte, banheiro c/blindex, aquecedor, elétrica e hidráulica novas, cozinha planejada, despensa, área de serviço, banheiro de empregada, posição frente, sol da manhã, vista outros imóveis, portão eletrônico, circuito interno de tv, portaria 24hs de 2ª. à sábado (exceto domingo), permite ter cachorro. Rua Barata Ribeiro - Entre às Ruas Xavier da Silveira e Miguel Lemos - 4º. andar (equivalendo ao 5º.) - 2 por andar - prédio com 40 anos - Condomínio R$ 390,00 - IPTU mensal R$ 52,00. Prédio sem infraestrutura.
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Foto do bairro - Ref 623039 Apto 75m2, sem vaga, sala de estar, 2 quartoscom armários, banheiro c/blindex, cozinha planejada, área de serviço, dependência de empregada, completa, entrada social e serviço, posição frente, sol da manhã, vista para a copa de árvores, elevador social e serviço. Rua Conrado Niemeyer - Próximo à Republica do Perú - 4º. andar - Condomínio R$ 500,00 - IPTU mensal R$ 60,00. Infraestrutura: Salão de festas, playground e churrasqueira.
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A liberação de R$ 1 bilhão em
investimentos na área de saneamento do estado do Rio, esperada para este
mês, poderá acabar com dois absurdos ambientais: o despejo na Baía de
Guanabara de parte do esgoto in natura dos bairros da Cidade Nova, Usina
e Tijuca, e os 14 anos de inatividade das estações de tratamento de
Sarapuí e Pavuna, na Baixada Fluminense. Os dois casos foram
contemplados entre os projetos de saneamento da baía, como antecipou
Flávia Oliveira em sua coluna "Negócios e Cia", no GLOBO, que serão
financiados pela verba de R$ 700 milhões do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID) e de R$ 300 milhões do Fundo Estadual de
Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam).
Além da bolada para socorrer a baía,
segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, serão liberados
também neste mês R$ 220 milhões do Ministério das Cidades para a
dragagem de dez rios em Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis, cidades
castigadas pelas chuvas de janeiro. Minc, no entanto, reconhece que a
verba chega tarde para preparar a região até o próximo verão. A
recuperação só terá efeitos no verão de 2013. Será feita ainda a
realocação de 1.700 famílias que vivem em faixas marginais de rios.
- Daqui a pouco, começam as chuvas e
precisamos desentupir o que a chuva de janeiro entupiu. Mas uma solução
maior só ficará pronta para o outro verão. As licitações estão prontas
para serem disparadas. Depois de iniciadas as obras, será preciso um ano
para concluir os trabalhos, que incluem, além da realocação de 1.700
famílias, a criação de três parques fluviais. Eles usarão áreas de
margem de rio para atividades de baixo impacto.
No caso da área central do Rio, a
secretaria planeja usar R$ 200 milhões do BID e do Fecam para canalizar o
esgoto da Cidade Nova, Usina e Tijuca que ainda é despejado na baía e
ligar essa rede à estação de tratamento de Alegria, no Caju. Ela recebe
hoje 2.400 litros de esgoto por segundo da Zona Norte e de parte do
Centro, e pode atingir sete mil litros por segundo.
Já na Baixada Fluminense, R$ 450 milhões
serão destinados à ampliação da rede coletora de esgoto em Duque de
Caxias, São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Nilópolis e Nova
Iguaçu, e à ligação dessa estrutura com as estações Sarapuí e Pavuna. As
duas ficaram inoperantes por 14 anos porque foram inauguradas sem rede
coletora.
As intervenções fazem parte do Programa
de Saneamento dos Municípios da Baía da Guanabara, compromisso olímpico
do Rio. Carlos Minc promete benefícios para antes de 2016:
- Vamos divulgar os avanços. Cada trecho
de rede ligado a uma estação significará menos esgoto na baía. Outros
R$ 200 milhões serão usados na construção da estação de Alcântara, em
São Gonçalo, e de rede de esgoto para a região. Os R$ 150 milhões
restantes vão para outros projetos da baía.
Fonte: www.ademi.com.br
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Nossos compatriotas estão fazendo a festa dos vendedores dos recentes
empreendimentos imobiliários em Miami, nos EUA. Levantamento feito pela
Fortune International Realty, que acaba de lançar o luxuoso prédio
residencial Vizcayne, com serviços de resort no centro da cidade, revela
que mais da metade das unidades já estão nas mãos de compradores
brasileiros. Desse total, a maioria é composta por mineiros,
brasilienses, cariocas e paulistas, que vão usar a nova propriedade como
casa de veraneio ou opção de investimento. Os apartamentos custam de
US$ 220 mil a US$ 750 mil.
Fonte: www.ademi.com.br
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Para driblar os espaços cada vez menores, a customização dos apartamentos ganha mercado no setor imobiliário.
Algumas construtoras oferecem aos
clientes a possibilidade de escolher, por exemplo, ter só um quarto em
vez de dois para ampliar a sala ou ter uma cozinha americana no lugar da
convencional.
A construtora MaxHaus surgiu em 2007 com
essa proposta. Os imóveis têm tamanho único de 70 m² e apenas o
banheiro é entregue com espaço já delimitado.
Os demais cômodos e as metragens são
definidas pelo morador. Quem preferir pode ainda comprar outras unidades
e juntar os espaços.
"Enxergamos uma oportunidade na
'arquitetura aberta'. Quem determina as prioridades no imóvel é o
consumidor. Se para ele o mais importante é a sala, por exemplo, pode
fazê-la maior", afirma a diretora de marketing da empresa, Luana Rizzi.
A executiva conta que entre as
reclamações dos clientes em relação aos imóveis não customizados estão
os espaços que não atendem às necessidades.
"Há consumidores que compararam o imóvel
de 70 m² com um de 90 m² e preferiram o menor. O outro tinha quarto de
empregada ou cômodos que não seriam usados e deixam os espaços menos
aproveitáveis."
A construtora Even também investiu no conceito e criou um departamento voltado ao segmento, chamado de "Excluseven".
"Há uma tendência clara de
personalização. Hoje, a maioria das unidades que entregamos tem alguma
modificação", afirma João Azevedo, diretor-executivo de incorporação da
Even.
Pela proposta da construtora, o cliente
tem acesso a várias plantas e pode, com um custo adicional, solicitar
mudanças nos acabamentos.
Há ainda a possibilidade de incluir itens, como banheira de hidromassagem.
SEM REFORMA
Apesar do gasto extra, Azevedo diz que
esse tipo de opção é mais vantajosa para quem já faria adaptações para
transformar o ambiente.
"O cliente pode escolher a planta que
mais atende às suas necessidades, evitando obras pós-entrega e mantendo a
garantia da construtora", ressalta ele.
O arquiteto Rafael Zampini, 30,
procurava um imóvel usado para reformar e transformar em um espaço
amplo, mas optou por comprar uma unidade da MaxHaus, que já vinha sem as
divisórias.
"Queria fazer um apartamento no estilo
loft, todo aberto. No final, ficaria mais caro por causa da reforma",
afirma o arquiteto.
Zampini, que mora sozinho, aproveitou
espaços que não usaria e fez adaptações. "No lugar destinado à área de
serviço, fiz uma sala de jantar. O prédio já tem uma lavanderia."
(MARIANA SALLOWICZ E TATIANA RESENDE). Fonte: www.ademi.com
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Ref 622785 Apto reformado por arquiteto, 100m2, 1 vaga na escritura, sala de estar, 3 quartos, sendo 1 suíte, hidro, banheiro c/blindex, elétrica e hidráulica novas, cozinha planejada, área de serviço, dependência de emepregada completa, entrada social e serviço, posição fundos, vista livre, sol da manhã, elevador social e serviço, portão eletrônico, portaria 24hs. Rua Tonelero - Próximo à Rua Marechal Mascarenhas de Morais - 8º. andar - 4 por andar - Condomínio R$ 91,00. Infraestrutura: Salão de festas e churrasqueira.
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Foto do bairro - Ref 622740 Apto 80m2, sem vaga, sala de estar, 2 quartos c/armários, banheiro grande c/blindex, cozinha, copa, área de serviço, quarto de empregada foi revertido para o aumento da cozinha, banheiro de empregada, entrada social, portão eletrônico, guarita com vigia, portaria 24hs, circuito interno de tv, elevador social e serviço. Rua São Salvador - Próximo à Rua Esteves Júnior - 5º. andar - prédio c/45 anos - Condomínio R$ 490,00 - IPTU mensal R$ 80,00. Prédio sem infraestrutura.
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Ref 622631 Apto 35m2, silencioso, sala de estar, 1 quarto, banheiro, elétrica e hidráulica novas, cozinha (cabe geladeira e fogão de 4 bocas), área de serviço, entrada social, varanda, posição fundos, sol da manhã, vista para área interna do prédio, portão eletrônico, prédio sem elevador. Rua Tavares Bastos - Próximo à Rua Pedro Américo - térreo - 6 por andar - Condomínio R$ 170,00 - IPTU mensal R$ 15,00. Prédio sem infraestrutura.
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